Reporte

REPORTE DE SUSTENTABILIDADE

Elaboramos o relatório de sustentabilidade seguindo as orientações da Global Reporting Initiative (GRI), da TCFD e da nova proposta de Diretiva de Reporte em Sustentabilidade Corporativa. Na nossa opinião, nem todos os relatórios têm de seguir as diversas exigências da GRI. É um processo evolutivo da empresa que deve estar muito mais associado à verdadeira cultura da empresa do que ao mero cumprimento de um standard. Além do mais, em breve sairão os Standards de Reporte divulgados pela Comissão Europeia, e, portanto, novos ajustamentos terão de ser realizados.

Ao reportar estas informações, a organização terá de recolher informação quantitativa e qualitativa sobre a forma como as alterações climáticas impactam o seu negócio, como defendem os direitos humanos nos seus colaboradores e fornecedores, como quantificam os impactes ambientais desde a emissão de GEE até aos efluentes e resíduos criados, entre muitos outros.

Com mais de 20 relatórios de sustentabilidade desenvolvidos ao longo de 15 anos, ajudamos as organizações a:

  • Desenvolver o conteúdo, recolher, agregar e analisar dados de desempenho de sustentabilidade;
  • Envolver os seus stakeholders e escolher os tópicos materiais para divulgação;
  • Elaborar o relatório de sustentabilidade de acordo com a sua cultura organizacional;
  • Tornar as divulgações da sua empresa mais transparentes e precisas no que diz respeito à comunicação de sustentabilidade;
  • Implementar um sistema de recolha de informação de sustentabilidade.

RISCOS CLIMÁTICOS E DA NATUREZA

TASKFORCE ON CLIMATE-RELATED FINANCIAL DISCLOSURES (TCFD)

Ajudamos as organizações a compreender a exposição da sua atividade aos riscos relacionados com os impactes climáticos, promovendo assim decisões de gestão e de investimento mais informadas. Para isso:

  • Identificamos, priorizamos e quantificamos riscos e oportunidades relacionados com o clima;
  • Calculamos as emissões de gases com efeitos de estufa (âmbito 1, 2 e 3);
  • Codesenvolvemos, com a empresa, análises de Scenario Planing;
  • Desenvolvemos roteiros de ação para implementação das recomendações da TCFD, considerando os seus quatro pilares: Governação; Estratégia; Gestão de Risco; Métricas & Metas:
  • Preparamos o reporte de riscos climáticos, de acordo com as recomendações da TCFD.

O Financial Stability Board (FSB) criou em 2015 a Task Force on Climate-Related Disclosures (TCFD) para aconselhar as empresas no reporte dos riscos e oportunidades decorrentes das alterações climáticas.

Hoje, as recomendações da TCFD são reconhecidas a nível mundial como orientações de reporte de informação que as empresas financeiras e não financeiras devem divulgar, de forma a informar o mercado, governo e investidores sobre como estão a adaptar o seu negócio às alterações climáticas, de modo a minimizar os potenciais riscos climáticos assim como a capturar as oportunidades associadas.

Com o crescente reconhecimento dos riscos financeiros climáticos, são cada vez mais os governos, os investidores e organizações do setor financeiro a aconselhar, ou mesmo a exigir, o reporte destes riscos, segundo as recomendações da TCFD.

As recomendações da TCFD estão refletidas, em parte, na nova Diretiva Europeia de Reporte Não Financeiro (CSRD). É de esperar também que os Standards de Reporte de Sustentabilidade, que serão desenvolvidos pela Comissão Europeia, estejam também alinhados com a TCFD.

TASKFORCE ON NATURE-RELATED FINANCIAL DISCLOSURES (TNFD)

Apoiamos as organizações na avaliação de riscos e oportunidades emergentes relacionados com a natureza. Para tal, utilizamos o referencial TNFD que complementa o referencial TCFD (relacionado com o clima) e que dará às empresas e às instituições financeiras uma noção completa dos seus riscos ambientais.

Ao avaliar os seus impactes e dependências dos recursos naturais, calculamos os riscos físicos, riscos de transição e riscos sistémicos a que a sua empresa está exposta. O principal objetivo deste referencial é minimizar os resultados negativos e aumentar os positivos.
O lançamento da TFND final será em 2023, mas estamos, desde já, a mergulhar neste tema.

PORQUÊ REPORTAR SOB O REFERENCIAL TNFD?
Para avaliar os riscos relacionados com a natureza é necessário existir dados e as métricas que possam ser standardizadas. Só assim é possível que as instituições financeiras comparem o risco entre empresas/projetos.

De acordo com as Nações Unidas “Mais de metade da produção económica mundial – US$44tn de produção de valor económico – é moderada ou altamente dependente da natureza” 1. A extinção registada de 83% dos mamíferos selvagens e de 50% das plantas representa, por conseguinte, um risco significativo para a estabilidade financeira e empresarial 2. A ação para as transições naturais positivas poderia gerar até 10,1 biliões de dólares em valor anual das empresas e criar 395 milhões de postos de trabalho até 2030 3.

[1] WEF: Nature Risk Rising: Why the Crisis Engulfing Nature Matters for Business and the Economy
[2] PNAS: The biomass distribution on Earth.
[3] WEF: New Nature Economy Report 2: The Future of Nature and Business

PRINCIPLES FOR RESPONSIBLE INVESTMENT (PRI)

As instituições financeiras que assinem os PRI têm de divulgar anualmente a forma como estão a cumprir com estes princípios. A Systemic, que conta com uma equipa de especialistas em financiamento sustentável, ajuda as instituições no reporte e no desenvolvimento e implementação de estratégias que auxiliem a organização a evoluir na implementação destes princípios.